UE já está a questionar parceiros da Google sobre as imposições do Android

Há várias semanas que circulam rumores de que os reguladores europeus estão outra vez de olho na Google, mas desta feita por causa do sistema operativo Android. O início oficial da investigação pode estar para breve.

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A Comissão Europeia quer saber como é a relação da Google com os fabricantes parceiros, sobretudo ao nível da imposição de regras relativamente ao Android. O organismo europeu desconfia que a gigante norte-americana está a ter atitudes que colocam em causa as regras da concorrência.

Escreve o The Wall Street Journal que as empresas já receberam um questionário mais extenso com questões sobre a relação com o Android da Google e que este é de resposta obrigatória. Este não será é o primeiro conjunto de questões enviadas pela CE a empresas como a Samsung, Sony, HTC ou LG.

De acordo com informação da publicação, as tecnológicas devem fazer acompanhar as respostas de toda a documentação possível que justifiquem as escolhas feitas e que devem, se possível, abranger os acordos estabelecidos desde 2007.

A Comissão Europeia tem fortes suspeitas de que a Google está a usar a grande popularidade do Android para promover os serviços próprios – aplicações o Drive, Maps, Chrome ou YouTube -, ao mesmo tempo que pode estar a impedir o crescimento de serviços das empresas parceiras.

Um dos pontos da investigação também está relacionado com o facto de a Google instalar um pacote pré-definido de aplicações como forma de minimizar a fragmentação que existe no Android ao nível do sistema operativo propriamente dito. A CE quer saber de que forma os fabricantes têm lidado com este facto e que respostas têm tido da gigante dos motores de busca.

As respostas aos inquéritos do regulador europeu devem ser entregues até ao dia 12 de setembro, altura em que as mesmas começam a ser avaliadas.

Caso hajam claros indícios de que a Google pode estar a violar as regras europeias da concorrência, então será de esperar que a CE avance para uma investigação mais aprofundada do caso. Mas tal nunca deve acontecer antes da tomada de posso dos novos comissários europeus, sendo que o novo caso já deve ficar a cargo do sucessor do atual comissário europeu para as questões da privacidade, Joaquín Almunia.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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Reino Unido: Alunos da primária (1ª a 4ª série) terão de ser fluentes em blogues, Twitter e podcasts

Escolas primárias no Reino Unido adaptam currículos às novas ferramentas baseadas na Web.

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Os alunos das escolas primárias britânicas deverão dominar ferramentas baseadas na Web como blogues, podcasts, Twitter e Wikipedia, segundo planos de alterações ao programa hoje divulgados pelo jornal britânico “The Guardian”.

Em contrapartida, os alunos destas classes deixarão de ter como obrigatório o estudo de certos períodos históricos, como a época vitoriana ou a II Guerra Mundial (extensamente coberta no programa do secundário). O fim da rigidez dos programas deverá ser outra novidade, com os alunos a ter mais a dizer sobre a matéria.

O “Guardian” diz que as alterações serão as maiores da última década em relação à educação primária.

A fonética, cronologia histórica e aritmética mental continuam a ter um peso forte nos programas. Mas os alunos vão aprender a escrever ao mesmo tempo que aprendem a usar o corrector ortográfico do word, e a escrever à mão ao mesmo tempo que aprendem a usar um teclado.

Microsoft lançou finalmente o Live Lock Screen para WP 8.1

A data apontada para o lançamento do Live Lock Screen para o Windows Phone 8.1 não era precisa, mas apontava como sendo esta a semana em que seria tornada pública.

E tal como prometido a Microsoft cumpriu o calendário que impôs a si mesma e lançou esta madrugada a mais recente aplicação para melhorar e dar um novo look ao ecrã de bloqueio do Windows Phone 8.1.

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O Live Lock Screen foi apresentado na última BUILD como um complemento ao Windows Phone 8.1, para dar a possibilidade aos utilizadores deste sistema operativo de tornarem o ecrã de bloqueio mais apelativo, ao mesmo tempo que reuniam nessa interface informação útil.

Esta aplicação não foi incluída no Windows Phone 8.1 propositadamente, para dar a possibilidade a qualquer um de escolher se a quer instalada e activa.

Com o seu lançamento, ainda que em Beta, os utilizadores podem agora instalá-la e ter o seu ecrã de bloqueio personalizado e com os elementos que realmente lhe interessam.

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As opções que o Live Lock Screen tem disponíveis permitem que os utilizadores escolham em primeiro lugar qual o tipo de informação que querem ver e a forma como esta arrumada e em segundo lugar qual a imagem de fundo que vai ser usada.

Para a informação a ser apresentada existem seis modelos definidos, desde os mais minimalistas até aos mais complexos. O relógio está sempre presente, variando a informação vinda do email e das redes sociais.

Quanto às imagens de fundo, o Live Lock Screen tem duas opções. Ou escolhem as vossas imagens da vossa lista disponível no smartphone ou usam as que o Bing faculta.

O tempo de rotação das imagens pode ser alterado com base em 5 entradas pré-definidas: horária, a cada 4 horas, a cada 12 horas, diariamente ou nunca.

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Depois de terem configurado o Live Lock Screen este fica de imediato disponível no Windows Phone. A partir desse momento sempre que ligarem o vosso smartphone vão ver no ecrã de bloqueio a nova ferramenta da Microsoft.

Lembrem-se que o Live Lock Screen está ainda numa fase Beta, em Inglês e que apenas pode ser instalado em dispositivos com pelo menos 512MB de memória, sempre através da loja de aplicações do Windows Phone.

Instalem o Live Lock Screen e vejam o que a Microsoft tem estado a produzir para melhorar ainda mais o seu Windows Phone 8.1

Comissão Europeia investiga compra do WhatsApp pelo Facebook

O que os responsáveis europeus querem saber é se o negócio vai ter impacto na concorrência do mercado da comunicação, tendo já enviado questões aos principais contra-interessados para perceber qual a avaliação que fazem da aquisição.

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A conclusão do negócio de 19 mil milhões de dólares entre o Facebook e o WhatsApp pode não acontecer no curto prazo. Isto porque a Comissão Europeia está a investigar o acordo entre as empresas para perceber sobretudo qual o impacto que pode vir a ter para os concorrentes mais diretos. 

Entre o Facebook, Facebook Messenger e WhatsApp são centenas de milhões os utilizadores que ficam debaixo da mesma empresa. Desta forma pode construir-se um monopólio no segmento do messaging instantâneo, dando pouco espaço para outras apps como o Viber ou o Telegram

De acordo com o The Wall Street Journal, a União Europeia já terá enviado questões aos principais contra-interessados para poder avançar com uma revisão mais fundamentada do caso. 

Uma outra preocupação dos responsáveis europeus está relacionada com questões de privacidade – como a partilha de dados dos utilizadores entre serviços por exemplo. Num cenário hipotético a Comissão Europeia pode até validar o negócio, mas o Facebook poderá ter que ceder em alguns requisitos relacionados com a proteção de dados. 

Os especialisatas veem a investigação europeia como um teste para os reguladores do velho continente, isto porque o negócio do Facebook com o WhatsApp resvala para ocampo das redes e relacionamentos sociais, pelo que a CE terá que saber medir também este tipo de impacto. 

No final de maio surgiram relatos de que teria sido o próprio Facebook a pedir uma investigação do negócio à Comissão Europeia, para evitar investigações menores em cada um dos países europeus, atrasando ainda mais a validação do negócio. 

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Metade dos smartphones Android estão vulneráveis a malware que rouba o saldo

Mais uma notícia que coloca o sistema operativo da Google no centro das atenções. As versões 4.1, 4.2 e 4.3 do Android têm uma vulnerabilidade que entre outras falhas, faz com que o telemóvel execute sozinho chamadas de valor acrescentado.

 

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No final de 2013 foi descoberta uma vulnerabilidade de segurança no Android que permite que uma aplicação móvel possa parar as chamadas em curso, possa fazer chamadas sem que o utilizador se aperceba e possa executar códigos USSD – equivalentes aos que se marcam para verificar o saldo.

A falha de segurança do sistema operativo da Google terá sido sanada na versão 4.4, também conhecida como KitKat, mas todos os utilizadores que estão com as versões 4.1, 4.2 e 4.3 do Android continuam vulneráveis.

Por norma apenas as aplicações que têm a permissão PHONE_CALL podem realizar chamadas nos smartphones, mas com a vulnerabilidade encontrada esae não é o caso.

Assim, um software malicioso pode realizar chamadas de valor acrescentado – e o número pode ou não ser controlado pelo pirata informático – ou pode iniciar uma conversação para ouvir conversas em modo secreto. Isto porque o utilizador pode não se aperceber que o telemóvel está a meio de uma chamada, apesar de ser visível no visor do equipamento.

No cenário mais gravoso o utilizador pode ficar sem saldo no equipamento sem dar por isso. A execução de códigos USSD também pode representar alguns perigos já que dependendo do equipamento e da operadora em causa pode resultar no bloqueio do cartão SIM.

Se tem um smartphone Android com as versões 4.1, 4.2 ou 4.3 e não tem perspetivas de receber uma atualização de software para a versão KitKat nos próximos tempos, deve ponderar arranjar um administrador de permissões. Assim, sempre que o telemóvel tentar fazer uma chamada sozinho, nunca conseguirá a menos que o utilizador aprove.

A vulnerabilidade foi descoberta pela empresa de segurança Curesec e os especialistas sabem que a Google tem estado a vigiar a loja de aplicações do Android para mitigar as aplicações que podem tirar partido desta falha, escreve a PC World.

Dentro do segmento das aplicações maliciosas que roubam o saldo aos utilizadores fica mais um exemplo: no ano passado o TeK descobriu uma aplicação na loja portuguesa do Android que também subscrevia serviços de mensagens de valor acrescentado sem que o utilizador autorizasse.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Evento para criadores de jogos portugueses está quase esgotado

Adesão ao Microsoft Game Dev Camp atinge números de sucesso com divulgação do programa.

 

O Microsoft Game Dev Camp já confirma casa cheia para o próximo dia 18 de julho. A informação segue a publicação online do programa do eventoque pretende ajudar a tornar ideias em jogos reais.

Foram já 300, os interessados a marcar o lugar para assistir a um dia que promete mais de 25 sessões com cinco temas diferentes – do design de jogos às artes visuais e marketing e gestão – e ainda uma série especial de palestras denominada “INSPIRE”. Confirmados estão já nomes como John Griffin (GameSparks), Joe Robbins (Unity), Ivan Barroso, David Amador, Filipe Duarte Pina e Diogo Vasconcelos (Nerdmonkeys).

O Microsoft Game Dev Camp irá decorrer no próximo dia 18 de julho entre as 9h00 e as 18h30 na sede da Microsoft Portugal, no Parque das Nações em Lisboa.

PlayStation oferece bolsas de estudo no Gamer Camp do Reino Unido

 

Mais uma vez a Sony Computer Entertainment e a Gamer Camp fizeram uma parceria e quatro estudantes vão receber uma bolsa e um estágio remunerado nos estúdios PlayStation.

 

A Sony vai novamente oferecer uma bolsa para estudantes do Gamer Camp no Reino Unido.

Quatro candidatos serão escolhidos num processo de entrevistas e metade da propina do Gamer Camp será suportada pela Sony, para além de os selecionados terem acesso a um estágio remunerado de seis meses num dos estúdios da Sony no Reino Unido.

“Estamos satisfeitos por oferecer uma Bolsa Académica PlayStation em parciria com o Gamer Camp: Pro pelo segundo ano consecutivo”, disse Maria Stukoff da Sony Computer Entertainment Europa.

“É uma excelente oportunidade para a próxima geração de talentos adquirir técnicas profissionais de desenvolvimento antes de embarcarem nesta indústria competitiva”.

“Ter um parceiro ativo e influente como a Sony Computer Entertainment Europa é um benefício enorme para o programa do Gamer Camp”, disse Guy Wilday, o co fundador da Games Camp.

“O acesso ao hardware de desenvolvimento da Sony, o suporte da experiência na indústria e estas Bolsas Académicas PlayStation fornecem aos estudantes do Gamer Camp uma oportunidade educacional sem paralelo”.

As inscrições estão abertas para o Gamer Camp e os candidatos que o façam até ao dia 9 de agosto ficam automaticamente registados no programa de seleção.